A Polícia Civil investiga a morte de Gilmar do Nascimento da Silva, que estava desaparecido desde o dia 4 de maio em Parauapebas. O corpo de Gilmar foi encontrado na quinta-feira (8) na Fazenda Nazaré, localizada na zona rural de Marabá.
O corpo da vítima apresentava sinais de decomposição e um ferimento causado por um objeto cortante. As autoridades de Parauapebas e Marabá estão colaborando na investigação do caso, que é tratado como homicídio. Perícias foram acionadas para auxiliar na apuração das circunstâncias do crime.
Estão abertas as inscrições para a Chamada do Instituto Cultural Vale 2025
Estão abertas as inscrições para a Chamada Instituto Cultural Vale 2025. A sexta edição do edital lançado pelo Instituto Cultural Vale, maior investidor privado em cultura do país, vai disponibilizar R$ 30 milhões para projetos culturais de todo o Brasil, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Poderão se inscrever pessoas jurídicas sediadas no território brasileiro, com comprovada atuação na área cultural. Mais informações, regulamento e inscrições estão disponíveis no site do Instituto (institutoculturalvale.org).
Entre os projetos selecionados na Chamada Instituto Cultural Vale no Pará, “Festas Kayapó”, realizado pela Associação Indígena Pykôre (Ourilândia do Norte), promoveu as festas tradicionais dos povos Mebengokre (Kayapó) ano passado | Créditos: Acervo da Associação Indígena Pykôre
“Com nossa atuação, buscamos democratizar o acesso à arte, incentivar o fortalecimento da economia criativa e apoiar a diversidade de manifestações artísticas do país, entendendo a cultura como ferramenta para transformação social e reforçando o papel da Vale como maior fomentador de cultura do país”, diz Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.
Realizados com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, os projetos selecionados na Chamada Instituto Cultural Vale 2025 serão realizados em 2026.
O edital receberá inscrições de projetos em 5 categorias:
Festividades: Festivais e eventos artísticos das seguintes manifestações: cultura popular, literatura, circo, teatro e cinema.
Circulação: Projetos culturais itinerantes realizados em pelo menos 3 (três) cidades. Enquadram-se projetos culturais das expressões: literatura, circo, teatro, cinema, cultura popular, fotografia, artes plásticas e urbanas; e de capacitação e treinamento para o setor cultural.
Música: Festivais e/ou apresentações de música; itinerâncias de música erudita, instrumental e canto coral; com viés de formação musical.
Dança: Festivais e/ou apresentações de dança; itinerâncias de dança clássica, contemporânea, regional, folclórica e tradicional; com viés de formação em dança.
Patrimônio Imaterial: Projetos com o objetivo de promover, difundir e valorizar as manifestações culturais imateriais, bem como promover educação patrimonial.
A seleção dos patrocínios selecionados pela Chamada Instituto Cultural Vale 2025 será feita com a participação de especialistas externos (profissionais que são referência nas áreas do edital) e de comissões internas da Vale e do Instituto Cultural Vale.
A Chamada Instituto Cultural Vale faz parte do conjunto de editais lançados pelo Instituto Cultural Vale para o fomento à cultura, em áreas como música, dança, patrimônio imaterial, festividades e projetos de circulação. Em 2024, a Chamada contemplou 70 projetos em 23 unidades federativas, das cinco regiões do Brasil. Desde a sua criação, em 2020, 289 projetos de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal foram selecionados por meio de cinco “chamadas culturais” públicas e receberam investimentos de R$ 135 milhões em recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Ao longo do ano, os quatro museus e centros culturais que integram o Instituto – Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA), Centro Cultural Vale Maranhão (MA), Memorial Minas Gerais Vale (BH) e Museu Vale (ES) – também realizam editais regionais, com foco no fortalecimento do desenvolvimento local e fomento à arte e cultura dos territórios onde estão presentes. O Instituto Cultural Vale também é parceiro do MinC e da Cufa no programa “Rouanet nas Favelas”, edital que faz parte da política de nacionalização de recursos de incentivo a projetos culturais nos territórios de favela.
Polícia Civil prende suspeitos ligados ao PCC com mais de 4kg de maconha em Parauapebas
Uma operação da Polícia Civil em Parauapebas, deflagrada pela Vigência Execucional, resultou na prisão de dois homens suspeitos de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e no tráfico de drogas na região. A ação, detalhada pelo delegado João Abel, diretor da Vigência Execucional, ocorreu nesta quinta-feira (8) e culminou com a apreensão de mais de 4kg de maconha, além de outros materiais ilícitos.
As investigações, que duraram cerca de um mês, tiveram como alvo um indivíduo identificado como o líder do esquema. Segundo a polícia, ele utilizava veículos e a internet para a distribuição de drogas e armas na área do Nova Carajás.
Durante o cumprimento dos mandados de prisão e busca, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Parauapebas no dia anterior (7), o elemento tentou fugir em uma motocicleta, mas foi interceptado em uma residência abandonada. No local, os policiais encontraram outro suspeito e apreenderam a grande quantidade de maconha, balança de precisão, material para embalo, munições e uma arma de fogo.
A decisão judicial que embasou a operação também autorizou o bloqueio de contas em redes sociais e o sequestro de veículos utilizados na atividade criminosa. Um Renault Kaptur e uma motocicleta Honda/NXR160 Bros foram apreendidos.
Os presos foram conduzidos à 20ª Seccional Urbana de Parauapebas para os procedimentos legais cabíveis. A Polícia Civil continua as investigações para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
Campanha “O problema é nosso” mobiliza o Pará pelo fim da violência contra crianças
A Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) lançou, em sessão solene realizada no plenário, a campanha “O problema é nosso”, como parte da mobilização do Maio Laranja — mês dedicado à prevenção e ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. A iniciativa foi apresentada pela deputada Ana Cunha, presidente da Comissão em Defesa da Primeira Infância, da Criança e do Adolescente.
Neste ano, a campanha destaca que proteger a infância é uma responsabilidade coletiva, com o propósito de sensibilizar e mobilizar a sociedade sobre a urgência do tema. “É preciso romper com o silêncio, combater a negligência e assumir o compromisso de proteger nossas crianças. A omissão também é uma forma de violência. Precisamos olhar, escutar e agir”, afirmou a deputada Ana Cunha.
Segundo a parlamentar, a campanha “O problema é nosso”, lançada pela Alepa, é um grito de urgência, empatia e responsabilidade. “A infância não pode esperar. A violência contra uma criança é uma ferida que a sociedade inteira carrega”, reforçou.
Durante seu discurso, Ana Cunha fez um apelo à mobilização de todos os segmentos sociais. “Esta pauta mexe com todos nós. Enxergamos nossas crianças, que precisam de um olhar atento, de acolhimento e proteção — que não têm cor, não têm raça, não têm classe social. O que há é um sentimento profundo de urgência e responsabilidade. Esta campanha, permanente nesta Casa, é chamada ‘O problema é nosso’ porque enfrentar o abuso e a violência é uma tarefa coletiva. Não podemos nos esquivar do diálogo, da atenção e, acima de tudo, da responsabilidade de proteger nossas crianças.”
A parlamentar também destacou os diferentes tipos de violência que atingem meninos e meninas em todo o Brasil. “Esse é um grave problema que afeta milhares de crianças e adolescentes no país. Ele se manifesta de várias formas e precisa ser combatido: o abuso físico, sexual, emocional, e também a negligência, que tem consequências devastadoras para a saúde física e mental de quem sofre. É importante saber reconhecer alguns sinais: mudanças repentinas de comportamento, recusa em ir para a escola, timidez excessiva ou agressividade podem ser alertas. Muitas vezes, o agressor é alguém próximo, que deveria exercer cuidado, mas pratica a violência dentro de casa.”
A campanha contará com a participação de diversos segmentos da sociedade civil e do poder público, incluindo conselhos tutelares e de direitos, escolas públicas e privadas, instituições religiosas, secretarias municipais e estaduais, polícias Civil, Militar e Rodoviária, além de órgãos do sistema de justiça, como o Ministério Público e a Defensoria Pública. ONGs, organizações sociais, empresas de transporte terrestre, aéreo e fluvial, portos, aeroportos, centros comerciais, artistas, influenciadores e comunicadores também estão sendo mobilizados.
Até o final de maio, serão realizadas atividades educativas em escolas e comunidades, com a distribuição de materiais informativos. Estão previstas ainda a iluminação de prédios públicos na cor laranja, rodas de conversa, audiências públicas, intervenções urbanas e ampla mobilização digital.
Ao final da sessão, a deputada Ana Cunha entregou aos parlamentares kits da campanha, contendo cartilhas e vídeos que serão distribuídos em escolas e órgãos públicos.
Reviravolta em Tucuruí: TSE Cassa Prefeito Reeleito e Determina Nova Eleição
Em uma decisão que sacudiu o cenário político de Tucuruí, no Pará, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou, nesta terça-feira (6), a inelegibilidade do prefeito reeleito Alexandre França Siqueira (MDB). Com cinco votos a dois, os ministros determinaram o afastamento imediato do político e a realização de novas eleições no município. A decisão é resultado de condenações anteriores por abuso de poder econômico e compra de votos durante a campanha de 2020.
O ponto central da discussão no TSE girou em torno de uma liminar concedida em 2023, que suspendeu temporariamente as condenações de Siqueira. O ministro Ramos Tavares, relator do caso, argumentou que a suspensão da condenação implicava automaticamente na suspensão da inelegibilidade. No entanto, a ministra Isabel Gallotti, cujo voto-vista prevaleceu, defendeu que a suspensão da inelegibilidade deveria ter sido expressamente requerida no processo, conforme a Lei Complementar nº 64/1990.
Segundo Gallotti, a revogação da liminar pelo Plenário do TSE restabeleceu a inelegibilidade de Siqueira, tornando inválido seu registro de candidatura para as Eleições 2024. A decisão do TSE também confirmou a cassação dos mandatos de Siqueira e de seu vice, Jairo Rejânio de Holanda Souza (MDB), por abuso de poder econômico e gasto ilícito de recursos nas Eleições 2020. Jairo Holanda, no entanto, foi isento da punição de inelegibilidade.
A condenação de Siqueira teve como base a distribuição indiscriminada de combustível a eleitores em um posto de gasolina, em 12 de novembro de 2020, sob o pretexto de realizar uma carreata. A ministra Gallotti destacou que a ação ocorreu três dias antes da eleição, desrespeitando uma proibição do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra aglomerações devido à pandemia de COVID-19.
Gallotti enfatizou que a distribuição de combustível, por meio de requisições individuais de R$ 50,00, configurou uma prática ilegal capaz de influenciar o resultado da eleição, vencida por apenas 164 votos. A ministra também ressaltou o desrespeito às normas sanitárias e eleitorais, evidenciando o “dolo específico de agir” para obter votos. A decisão do TSE abre agora um novo capítulo na política de Tucuruí, com a realização de eleições suplementares para definir o novo prefeito do município.
Câmara de Parauapebas instaura CPI da Mineração para investigar impactos socioambientais e repasses da CFEM
O objetivo é investigar as atividades das empresas de exploração mineral no município.
A criação da CPI foi solicitada pelo Requerimento nº 90/2025, do vereador Alex Ohana (PDT), com o apoio de outros sete parlamentares: Michel Carteiro (PV), Erica Ribeiro (PSDB), Tito do MST (PT), Sargento Nogueira (Avante), Leandro do Chiquito (SD), Maquivalda Barros (PDT) e Sadisvan Pereira (PRD).
A instalação de uma CPI não requer votação na CMP. Para sua criação, o vereador proponente deve apresentar um requerimento com a descrição dos fatos a serem apurados e coletar a assinatura de, no mínimo, um terço dos membros da Câmara, o que equivale a seis parlamentares.
Justificativa
Na justificativa do requerimento, Alex Ohana informou que a CPI visa investigar os procedimentos relacionados à base de cálculo da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), as possíveis diferenças entre os preços de venda registrados nas notas fiscais e o que estabelece a legislação mineral, além da análise dos processos minerários no Cadastro Mineral Nacional da Agência Nacional de Mineração (ANM).
Ohana destacou a importância econômica da atividade mineral para Parauapebas, mas expressou preocupação com o retorno social e ambiental dessas atividades para a população local.
O parlamentar argumentou que a CPI se justifica pela necessidade de fiscalização rigorosa diante de suspeitas de subnotificação de produção, divergências no cálculo da CFEM, degradação ambiental sem reparação e falta de contrapartidas proporcionais aos lucros das empresas.
O requerimento também apontou que a pressão sobre a infraestrutura pública, a crise hídrica sazonal, os conflitos fundiários e a baixa efetividade de políticas compensatórias são demandas recorrentes da população, reforçando a necessidade de fiscalização pelo Legislativo municipal.
Alex Ohana ressaltou que as CPIs são instrumentos de fiscalização do Poder Legislativo para apurar fatos relevantes para a administração pública e os interesses da coletividade, especialmente na gestão de recursos públicos.
Composição e prazo
O Requerimento nº 90/2025 estabelece que a CPI da Mineração será composta por cinco vereadores e terá um prazo inicial de 180 dias, com possibilidade de prorrogação por igual período. A comissão poderá contar com apoio técnico de consultorias externas, órgãos ambientais, Ministério Público, sociedade civil e universidades para auxiliar nas investigações.
A criação formal da CPI da Mineração e a definição de seus membros serão realizadas posteriormente por meio de um Ato da Presidência da Câmara.
Acidente entre carro e caminhão mata criança de 4 anos na estrada Paulo Fonteles
Um acidente ocorrido na tarde deste domingo (04), próximo ao Gelado, na estrada Paulo Fonteles, em Parauapebas, resultou na morte de uma criança de 4 anos. A colisão envolveu um caminhão, uma Ford F-350 e um Volkswagen Voyage prata.
Segundo informações, no Voyage viajavam seis pessoas: um homem (motorista), filho do casal (que estava no banco de trás com as três crianças, uma de 4 e outra de 4 e uma de 10 anos) e o cunhado (que estava no banco do carona).
Uma das crianças de 4 anos foi socorrida e levada ao Hospital Municipal de Parauapebas (HMP), mas não resistiu aos ferimentos.

O cunhado do motorista sobreviveu e não corre risco de morte. A esposa do motorista não corre risco de morte; a criança de 4 anos e a de 10 anos ficaram gravemente feridas e seguem internadas em estado grave.
O motorista do caminhão se apresentou na delegacia e realizou o teste do bafômetro, que deu negativo. A polícia aguarda o depoimento dos ocupantes do Voyage.
Colisão Frontal Ceifa Vida de Motociclista na Zona Rural de Parauapebas
Um grave acidente de trânsito ceifou a vida de um motociclista na tarde deste domingo (4), por volta das 14h10, na estrada vicinal Tapete Verde (VS-21), localizada na zona rural de Parauapebas, região sudeste do Pará. A colisão frontal envolveu uma motocicleta Yamaha Lander de cor preta e um carro modelo Chevrolet Spin de cor prata.
A vítima fatal foi identificada como Cícero Júnior.

O acidente ocorreu na vicinal do assentamento PA-Carlos Fonseca, no sentido Tapete Verde.
As autoridades competentes, incluindo a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML), foram acionadas. A área do acidente foi isolada para que a perícia possa realizar os trabalhos de investigação e coletar evidências que ajudem a determinar as causas precisas da colisão. As circunstâncias exatas do acidente ainda estão sendo apuradas.
Pará Lidera Geração de Empregos no Norte em Março, Impulsionado por Parauapebas e Canaã
O Pará demonstrou sua força na geração de empregos formais na região Norte em março, liderando com a abertura de 1.489 novas vagas com carteira assinada. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (30 de abril) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), revelam um cenário promissor para o estado.
No acumulado do primeiro trimestre de 2025, o Pará também se sobressai na região, alcançando um saldo positivo de 9.220 postos de trabalho formais. Olhando para os últimos 12 meses (abril de 2024 a março de 2025), o estado, que sediará a COP30 em 2025, contabiliza um total de 38.599 novas vagas com carteira assinada. Em nível nacional, foram criadas 654,5 mil vagas nos três primeiros meses do ano.
Em março, o desempenho positivo do Pará foi impulsionado por três dos cinco principais setores de atividades econômicas avaliados. O setor de Serviços foi o grande destaque, com um saldo de 939 novas vagas formais. Em seguida, figuram a Construção, com 836 novos postos, e o Comércio, com 275.
A maioria das novas vagas geradas em março no estado foi preenchida por mulheres (778). Em relação à escolaridade, pessoas com ensino médio completo (1.393) foram as mais beneficiadas. Os jovens entre 18 e 24 anos representam o grupo com o maior saldo de vagas no estado, totalizando 2.255.
Além disso, 78 municípios paraenses registraram saldo positivo na geração de empregos em março. O grande destaque ficou para Canaã dos Carajás, com a criação de 422 novos postos de trabalho formais. Logo após, aparecem os municípios de Parauapebas (406), Marituba (345), Altamira (343) e Santarém (268).
Caso Suspeito de Mpox em Parauapebas é Descartado, Afirma Secretário de Saúde
A Secretaria Municipal de Saúde de Parauapebas desmentiu a informação que circulou nas redes sociais nesta quinta-feira (01) sobre a investigação de um possível caso de Mpox (varíola dos macacos) no município. Segundo as informações, o paciente teria dado entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e apresentou sintomas.
O secretário de saúde municipal tranquilizou a população, assegurando que as informações divulgadas não procedem.
Confira na nota:
“Prefeitura de Parauapebas esclarece que o município não tem nenhum caso suspeito de Mpox
A Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), vem a público esclarecer que, até o momento, não há casos confirmados de Mpox (varíola dos macacos) no município.*
Recentemente, foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) um paciente com lesões na pele sugestivas de Varicela (Catapora), cujas características clínicas e epidemiológicas não indicam relação com a Mpox. No entanto, por precaução e seguindo os protocolos de vigilância em saúde, foram coletados exames para diagnóstico laboratorial, e o paciente foi isolado para acompanhamento.
A Semsa reforça que todas as medidas necessárias estão sendo tomadas para garantir a segurança da população,* e qualquer informação oficial será divulgada exclusivamente por meio dos canais oficiais da Prefeitura.
Imagens de casos ocorridos em outras cidades circulam em páginas locais com o objetivo de induzir ao alarme desnecessário.
Neste sentido, a administração municipal pede à população que evite a disseminação de notícias não oficiais, que podem causar desinformação.
A Prefeitura de Parauapebas informa que mantém um sistema de vigilância ativo para doenças infectocontagiosas e que todas as medidas necessárias estão sendo tomadas. “A saúde da nossa população é prioridade. Estamos monitorando a situação e, caso haja qualquer alteração, informaremos imediatamente com total transparência”, afirmou o secretário de Saúde, Marcos Vinícius.” Finaliza nota