Homem é morto a tiros pelo irmão na zona rural de Parauapebas.
O crime ocorreu por volta das 21h desta sexta-feira, dia 06/10, durante um desentendimento entre irmãos na localidade designada Vila Horebe que fica nas proximidades da Vila Paulo Fonteles
De acordo com testemunhas que relataram aos policiais que atenderam a ocorrência, vítima estava ingerindo bebida alcoólica quando se dirigiu em direção ao seu irmão com um facão, e o irmão reagiu atingindo-o com tiros de arma de fogo, uma espingarda conhecida popularmente como “por fora”.
A vítima, identificada como Almir Santos Silva, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.
A Polícia Militar foi acionada e compareceu na cena do crime, porém, o acusado de cometer o crime já havia se evadido do local. O acusado, identificado como Adnilson Santos Silva, teria alegado que atirou para se defender, pois seu irmão estava avançando em sua direção com a intenção de matá-lo.
Adnilson fugiu e não foi localizado pela polícia, e a arma do crime também não foi encontrada. A polícia científica foi chamada e, após realizar os trabalhos de perícia, encaminhou o corpo da vítima para o Instituto Médico Legal (IML).
O crime está sendo investigado pela Polícia Civil de Parauapebas.





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![Petrobras ganha aval do Ibama para explorar petróleo na Amazônia, mas ambientalistas criticam Petrobras (Agência Petrobras) O presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), Rodrigo Agostinho, assinou nesta segunda-feira (2) renovação da licença ambiental para a perfuração de dois poços petrolíferos no litoral do Rio Grande do Norte. Os poços da Petrobras ficam na bacia Potiguar, uma das cinco que compõem a margem equatorial, principal aposta da estatal para renovar suas reservas de petróleo após o esgotamento do pré-sal, no litoral da região Sudeste. O anúncio do Ibama foi feito dois dias depois de comunicados da Petrobras e do MME (Ministério de Minas e Energia) antecipando a decisão, o que gerou críticas na área ambiental do governo sobre a pressão do setor de petróleo para a exploração da área. A licença assinada nesta segunda, porém, não indica redução das resistências à atividade em áreas mais sensíveis da margem equatorial, como as bacias da Foz do Amazonas e de Barreirinhas, para as quais a Petrobras também pede licença para perfuração de poços. A bacia Potiguar já tem atividade petrolífera tanto em terra como em águas mais rasas, o que facilita o pedido de licença. Para obter autorização, a Petrobras realizou um simulado de emergência para ajustar a infraestrutura de socorro em caso de vazamentos. O simulado foi aprovado pelo Ibama, mas a licença traz ainda algumas determinações à estatal, como adequações no programa de resgate e soltura de espécies aquáticas como o peixe-boi. A licença proíbe também poços ou lançamento de âncoras sobre estruturas de corais. A Petrobras espera iniciar ainda em outubro o primeiro dos dois poços programados para a bacia Potiguar, que têm o objetivo de avaliar uma descoberta de petróleo feita em 2013 e batizada de Pitu. O primeiro poço será perfurado a 52 quilômetros da costa. O trabalho depende de limpeza do casco da sonda de perfuração contratada pela estatal para a campanha exploratória da margem equatorial, que estava operando no litoral do Rio de Janeiro, onde há a incidência de coral sol, espécie invasora. A licença foi comemorada pela área energética do governo, que vem pressionando a área ambiental a liberar a atividade petrolífera na Margem Equatorial. O MME divulgou nota ainda na sexta (29) à noite, celebrando a possibilidade de “gerar mais recursos para o fundo social, para saúde e educação”. “A partir desse momento, tenho a certeza de que os técnicos do Ibama poderão se dedicar, ainda com mais afinco do que já tem empreendido, e avançar nos estudos das condicionantes necessárias para as pesquisas da margem equatorial também no litoral do Amapá”, disse o ministro Alexandre Silveira. No sábado, a Petrobras confirmou à Reuters e falou de seus planos para a bacia Potiguar. “A previsão é receber o documento [do Ibama] na segunda-feira (2), após conclusão de procedimentos administrativos para sua liberação”, disse a estatal. Mas o processo não tem qualquer relação com os outros dois pedidos de licença ambiental da Petrobras para a região, que já tiveram pareceres negativos do órgão ambiental. O mais conhecido é o pedido para o bloco 59 da bacia da Foz do Amazonas, que fica em frente ao litoral do Amapá. A licença foi negada pelo Ibama em maio, mas a Petrobras recorreu, dizendo entender que cumpriu todas as condicionantes exigidas pelo órgão ambiental. O Ministério do Meio Ambiente defende que, por ser uma área ainda inexplorada e de elevada sensibilidade ambiental, a bacia deveria passar por uma AAAS (avaliação ambiental de área sedimentar) antes de concessão de licenças para exploração de petróleo. A Petrobras pede também para perfurar poços na bacia de Barreirinhas, que fica em frente ao Maranhão e ao Pará, também uma região ainda sem atividade petrolífera. Em parecer de 2021, o Ibama concluiu pela inviabilidade da exploração de petróleo na área. (Nicola Pamplona/Folhapress)](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtd19hGp9kZUkM6u2LbK8oPxXMQypeSp7vUsGYgOJ9_c3Un6g6je6O3jc6fIoqQi-P6bYs20OMDbgrjHHVfgWM3uz5J68blB68WEx9eO4SgfCFuvVtjmyW2tzjF1ZYsumtduIQReT-NXDr7InspCOgZ6TLJlaB60PX8IP4p0zQZIrmFzOwkUCMQhFfetac/s16000/PhotoGrid_Site_1696333456515.jpg)






